Boris Johnson recusou-se a pedir desculpas durante a 'calúnia' do arcebispo de Canterbury depois que ele criticou o clero por estar mais indignado com a política de imigração de Ruanda do que com a invasão russa da Ucrânia.

O líder trabalhista Keir Starmer pediu desculpas a Johnson pelo ataque durante as perguntas do primeiro-ministro na quarta-feira (20 de abril).

"Fiquei um pouco surpreso pelo governo ser criticado pela política que planejamos para acabar com as mortes no mar do Canal como resultado de gangues criminosas cruéis", disse Johnson.